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    VIDEOBLOG – PORANCÊ PORANGA (21_04_2010)

    April 30th, 2010

    Veja como foi o Porancê do dia 21 de Abril de 2010 que contou com o preparo de um Paparuto, comida que fica pronta debaixo da terra. Porancê Poranga é a vivência de culturas indígenas que acontece no Espaço Cultural Vila Esperança.

    (Videoblog, Videolog ou Vlog, é uma variante de weblogs cujo conteúdo principal consiste de vídeos.)



    CINE VILA: Programação Maio 2010

    April 30th, 2010

    programação sujeita a alteração 

    06 DE MAIO – às 19 Horas  

    1 Desventuras de Um Dia ou a Vida Não é Um Comercial de Margarina… / Direção: Adriana Meirelles / Gênero: Animação / Cidade: São Paulo -SP País: Brasil / Ano: 2004 / Duração: 10 min / Classificação Livre / Sinopse: Logo cedo, trânsito e preocupações ocupam os pensamentos de Luíza. Mal começa a trabalhar e já se vê envolvida nas situações cotidianas que a irritam e entediam. Assim passa o seu dia, tentando cumprir o fluxo de trabalho e assumindo elementos metafóricos de seus sentimentos em cada momento. 

     2 Dalva Direção: Caroline Leone / Gênero: Ficção / Cidade: São Paulo UF(s): SP País: Brasil / Ano: 2004 / Duração: 10 min / Classificação Não possui a Classificação Indicativa do Ministério da Justiça / Sinopse: Visão poética do cotidiano de uma mãe solteira vivendo na cidade de São Paulo. O sonho contado pela filha transforma seu dia em objeto de reflexão sobre as possibilidades individuais de felicidade. 

    13 DE MAIO – às 19 Horas  

    1 Carolina / Direção: Jeferson De / Gênero: Documentário / Cidade: São Paulo UF(s): SP País: Brasil / Ano: 2003 / Duração: 15 min / Classificação Livre / Sinopse: Brasil. Final dos anos 50. Carolina de Jesus escreve seu diário. Dentro de seu barraco ela denuncia a fome, o preconceito e a miséria. Publicada, torna-se um sucesso editorial, sendo editada em 13 línguas. Apesar do reconhecimento imediato e explosivo, a “exótica” mulher negra e ex-favelada falece pobre. Passadas algumas décadas, as palavras de Carolina continuam a ser uma denúncia contra a miséria em que se encontram milhões de pessoas. 

     2 Aruanda / Direção: Linduarte Noronha / Gênero: Documentário
    Cidade: UF(s): PB País: Brasil / Ano: 1960 / Duração: 22 min / Classificação Livre / Sinopse: A história de um quilombo, formado em meados do século XIX, por escravos libertos no sertão da Paraíba. O filme, da mesma época da inauguração de Brasília, mostra uma pequena população, isolada das instituições do país, presa a um ciclo econômico trágico e sem perspectivas, variando do plantio de algodão à cerâmica primitiva. O curta é considerado um dos precursores do Cinema Novo 

    20 DE MAIO – às 19 Horas  

    1 Rua das TulipasDireção: Alê Camargo / Gênero: Animação / Cidade: Brasília UF(s): DF País: Brasil / Ano: 2007 / Duração: 10 min / Classificação Livre / Sinopse: Um grande inventor acostumado a criar soluções para todo os moradores de sua rua, a Rua das Tulipas, após ver a felicidade de todos seus vizinhos, descobre que ainda faltava a felicidade de uma pessoa… 

    27 DE MAIO – às 19 Horas 

    Retrospectiva Mostra ABD Cine Goiás 

     1 Rapsódia do Absurdo | Direção: Cláudia Nunes, Doc.,  GO, 2006, 16 min /Sinopse: Documentário poético sobre reforma agrária e urbana com cenas de arquivo de dois marcantes episódios de luta pela terra: Fazenda Santa Luzia e Parque Oeste Industrial, cuja dimensão os torna universais do conflito entre a propriedade privada e os pobres do mundo. Prêmios na V Mostra ABD Cine Goiás (2007): Melhor Curta-Metragem; Melhor Montagem/Edição; Melhor Trilha Sonora. O filme também levou o prêmio de Melhor Produção Goiana no mesmo ano no IX Fica. 

    2 Ecléticos Corações | Direção: Simone Caetano, Fic., GO, 2007, 22 min / Sinopse: Ecléticos Corações é uma referência à inexorabilidade do tempo e suas transformações. Um reencontro marcado por seis amigos há 23 anos. Prêmios na VI Mostra ABD Cine Goiás (2008): Melhor Ficção. 

     3 Cattum | Direção: Paulo Miranda, Ani., GO, 2008, 10 min / Sinopse: Sete vidas em dez minutos. Conta a história de um gato que, perdido nas ruas de uma capital, se vê diante de vários apuros aos quais ele nunca imaginaria fazer parte. Prêmios na VII Mostra ABD Cine Goiás (2009): Melhor animação; Melhor filme ambiental. 

    4 Descrição da Ilha da Saudade ou Baudelaire e os Teus Cabelos | Direção: Alyne Fratari, Fic, GO, 2009, 20min. / Sinopse: Beleza, fada de olhos verdes suaves, vens do céu ou do inferno? / Prêmios na VII Mostra ABD Cine Goiás (2009): Melhor Ficção; Melhor Curta Metragem; Melhor Diretor de Fotografia: Naji Sidki; Melhor Montador/Editor: Isaac Orcino.


    PORANCÊ DA SEMANA DO ÍNDIO É DESTAQUE NO SITE DO CRIANÇA ESPERANÇA

    April 30th, 2010

    CLIQUE AQUI E VEJA A MÁTERIA SOBRE O PORANCÊ NO SITE DO CRIANÇA ESPERANÇA


    Todo dia é dia de índio! (Robson Max de Oliveira Souza)

    April 27th, 2010

    Aqui na Vila e no Brasil, mês de Abril é o mês do Índio.

    Em alguns lugares, principalmente no meio acadêmico, são promovidos encontros e seminários com esta temática. Neste mês participamos do encontro de uma semana na PUC Goiás (Pontifícia Universidade Católica de Goiás), academia onde me graduei em Antropologia.

    No terreiro de Umbanda que dirijo com minha irmã, a zeladora (1) do Terreiro, foi mês da Festa de Caboclos, ou Kaá-boco “aquele que vem das matas”.

    Na dimensão cultural, tivemos as rodas de “Porancê Poranga” (2), que são as tardes de vivência cultural indígena. Com cantos, contos, brincadeiras, culinária, pintura corporal, trançados e tecelagem, adornos, instrumentos musicais e outras oficinas em temática indígena.

    Na busca pelo respeito às diferenças, pela quebra de preconceitos e discriminações, construímos e demolimos idéias fechadas e cristalizadas do que é “ser-índio”.

    Quero colocar brevemente aqui dois aspectos deste mutirão de construção identitária e humana, a qual estamos envolvidos e militantes: o cultural e o religioso. Estas duas dimensões são geradas e geradoras, tendo suas fronteiras muito tênues. Mas nos preocupamos aqui na Vila, em procurar e reafirmar estas fronteiras, para que a liberdade religiosa da criança e adolescente seja sempre resguardada. Somos contra o proselitismo religioso e por que não dizer, também contra o proselitismo cultural. Temos vários exemplos no mundo atual e na história, dos danos que esse proselitismo pode causar à humanidade, ou melhor às “humanidades”.

    Como em tudo na Vila, esse olhar entre culturas só pode ser apurado pelos diálogos interculturais. É necessário esforço e disponibilidade interior para que isto aconteça. Mas é inquestionável o valor deste caminho.

    No Brasil, para muitos, índios e quilombolas (comunidades remanescentes de antigos grupos de negros escravizados fugidos) são entrave ao progresso econômico da louca política desenvolvimentista, para outros a presença teimosa e resistente deles é a garantia de saída para os problemas ecológicos e éticos pelos quais passa na modernidade, todo o planeta.

    Apresentar a história das sociedades indígenas, dos seus encontros e desencontros com a sociedade não-índia-ocidental-cristã é mostrar uma história de genocídio, com o massacre sobre os corpos, e de etnocídio, com o massacre das almas. Chamo de “almas” às culturas, feita de subjetividades, visões de mundo e modos de ser e se relacionar com os outros e com a natureza. Essa alma é feita também pela materialidade. É concreta e também tangível. Cultura é gerada no cotidiano, na sobrevivência física e na vida psíquica, afetiva e espiritual.

    Há uma história de séculos de perseguição e maus-tratos, de expulsão e inviabilização das culturas nativas pelo roubo de terras e de sistemas simbólicos. Por outro lado, há uma brava história de resistência, de afirmação de identidade, de permanência e de continuidades, pelos grupos indígenas. Em alguns grupos vê-se até um crescimento demográfico. Há ainda o apoderamento de instrumentos ocidentais como, tecnologias, conhecimentos jurídicos e acadêmicos por parte dos indígenas na defesa de seus direitos.

    As “traduções” culturais inevitáveis, e às vezes necessárias, fazem parte desta história de negociações e estratégias e ao mesmo tempo partem do princípio do dinamismo, intrínseco à cultura. Os Índios não são um “resíduo arqueológico” e nem um estorvo ao desenvolvimento civilizatório – mas fica a pergunta: que civilização?

    É tempo de se firmar um ethos planetário. E os povos originais têm uma enorme contribuição a dar.

    Nossa herança indígena

    “O que devemos aos Índios”

    Entre a distância cultural que separava o colonizador, do habitante nativo do que se chamou Brasil – nascemos nós. Segundo o antropólogo Darci Ribeiro – o povo novo, o povo Brasileiro.

    O fato é que somos frutos desses encontros e desencontros. Mais do que vocábulos assumidos pela língua portuguesa/brasileira, uso e costumes agrícolas, e etc., herdamos a nós mesmos!

    Esse “lastro” aborígene da cultura brasileira, é conservado muito no modo de ser do interiorano, por exemplo. O que nos familiariza, o mais importante hoje, acreditamos para o mundo e suas urgências, é a visão de mundo diferente do mundo ocidental.

    Não queremos romantizar, ou idealizar “o índio”, numa visão moralista dele, mas além de vencer nossa esquizofrenia de base (nosso problema com o espelho), acreditamos ser importante fornecer na educação de nossas crianças essa visão diferenciada de mundo. Num mundo de massificação é importante propor as singularidades e o respeito a elas.

    Objetivos

    O que queremos com o “Porancê Poranga” (projeto da Vila Esperança) (2) é dar estímulos às crianças, para que leiam a história, e através dela, leiam a própria história – como produzidos e produtores da história.

    Tenham pelo lúdico, uma Vivência da cultura outra. E nem tão outra assim, já que são culturas constitutivas da nossa (ou o que chamamos como nossa, hoje). O grande desafio e prazer é exercitar o olhar para o outro, um exercício antropológico de humanidade!

    Aí entram os índios, os negros, os gordos, os homossexuais, os deficientes, os fora-do-padrão.

    No “Terreiro” fizemos a festa de Caboclo.

    Este é o aspecto religioso, do qual falarei um pouco agora.

    Os povos indígenas tem sido objeto de inúmeras representações por parte da sociedade brasileira. Longe de ser um todo uniforme, como quer parecer a idéia de identidade nacional, ou de “democracia racial”.

    O índio povoa o imaginário nacional – há o índio dos romances literários, há o “bom”, e o “mau” selvagem, da elite nacional, há o índio folclorizado do senso comum e das escolas de samba e há também o universo mítico e religioso das religiões afro-brasileiras e de outros cultos como o Toré, a Pajelanca, o Catimbó (3) – é o “índio” que “baixa” nos terreiros, nas festas de Caboclo.

    Nos caboclos dos terreiros de Candomblé Angola e nos rituais de Umbanda, aparecem os nossos ancestrais, os nossos heróis com rosto indígena.

    O caboclo é o índio reinterpretado, é mítico. Ele pertence às tribos espirituais. Na manifestação, ele traz rudimentos de sua língua, seus costumes e gostos, mas ele não é mais o mesmo – ele é habitante de Aruanda, de Ajucá, da Jurema (4), ou de outra tribo-cidade sagrada.

    Apesar de diluída a sua identidade histórica, ele é “vivo”, na afirmação do seu “ser índio”. Sua postura é de luta, de força, de dignidade e comando. É a visão do resistente, daquele que resistiu e pede aos consulentes a mesma resistência diante das dificuldades, dos conflitos, armadilhas e sofrimentos da vida.

    Caboclo é rei, é detentor dos mistérios das matas e de seus reinos, onde sabe caminhar, conhecedor que é dos caminhos, dos perigos e dos encantos. O caboclo, guia espiritual, que enxerga além e sabe ajudar os homens a localizar o mal tem o recurso das matas e ervas como remédios para o corpo e para o espírito. Considero também como remédio a presença dos caboclos nos terreiros como legítimos donos da terra, que ao ganharem vida no terreiro declaram os índios como “vivos” e agentes de vida.

    Aos caboclos, o povo conta seus sofrimentos e desejos, pede conselhos e consolo. Faz isso de maneira direta. Diferente da aproximação aos Orixás africanos, onde é forte o poder de intermediação do Pai ou Mãe-de-Santo.

    A mitificação do “índio” como caboclo nos terreiros passa também pela história do contato entre índios e africanos, por suas alianças e união nos tempos da perseguição e escravidão.

    São os donos da terra, pela qual lutaram e morreram e que estabeleceram alianças com os outros aflitos da história. Os Caboclos nos ensinam o respeito às dimensões solidárias da vida. Respeito ao outro, respeito a si, respeito ao mistério, respeito à natureza. Eles aparecem como guardiões do equilíbrio entre o sagrado e o cotidiano, divindades e humanidades. Aí reside a beleza de sua imagem colocada para o culto nos altares das religiões afro-brasileiras. As aldeias de hoje são montadas e reinventadas no interior, e nas cidades, centros e periferias urbanas e se vestem de matas para a chegada de seus Caboclos.

    Essa imagem é geralmente associada aos “índios-de-pena” como aqueles vindo das florestas, mas há ainda a figura dos Boiadeiros dos campos e sertões, e dos quais gostaria de falar numa próxima oportunidade.

    “Xeto, marromba, xeto!

    Xetuá!” (5)

    (1)  – Zeladora – pessoa responsável que cuida do terreiro e dos filhos

    (2)  – Porancê Poranga – em língua Tupi significa “Dança Bonita”. Assim chamamos as vivências culturais indígenas da Vila Esperança

    (3)  – Toré, Pajelança, Catimbó – religiões brasileiras de cultos de caboclo, de várias regiões do Brasil

    (4) – Aruanda, Ajucá, Jurema – reinos e cidades do plano espiritual

    (5)  – Saudação aos Caboclos Boiadeiros


    CAFÉ FILOSÓFICO no 1º de Maio

    April 27th, 2010

    O Curso de Filosofia da UFG em Goiás e PROEC (Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFG) convida você a participar do:

    CAFÉ FILOSÓFICO

    Sábado,  1º de Maio  às 16:00 horas

    LOCAL: BODEGA FANTÁSTICA

    RUA DOM CÂNDIDO PENSO N. 26

    (ACIMA DA CASA DE CORA)

    CIDADE DE GOIÁS – GO

    TEL. 0xx62-33713294

    Apoio: Espaço Cultural Vila Esperança


    Na semana do índio crianças de Goiás passam um dia na aldeia

    April 22nd, 2010

    A grande festa dos povos nativos do Brasil teve sua culminância com um especial “paparuto”


    O projeto Vivências Culturais – Ojó Odé e Porancê Poranga, que acontece no Espaço Cultural Vila Esperança, possibilitou às crianças da cidade de Goiás viverem um dia na aldeia, retornando às suas origens indígenas. A vivência aconteceu no dia 21 de Abril, como parte das comemorações do “dia do índio”. Na Vila Esperança, todo dia é dia de índio, por que somos brasileiros. Pela manhã, as crianças se enfeitaram com colares, perneiras, cocar e se pintaram com a tintura do urucum e do genipapo. Em roda, na Oca Poranga, tocaram maracá e cantaram músicas em língua Tupi-Guarani. Todos ficaram atentos quando o Pajé contou um mito Krahô sobre o Paparuto, comida deste mesmo povo. O Paparuto foi preparado usando mandioca ralada e pedaços de carne suína envolvidas em folhas de bananeira, formando uma espécie de pamonha gigante. Este foi colocado encima de pedras aquecidas por uma fogueira. Em seguida, o pacote foi coberto com terra e deixado assim por cerca de três horas. As crianças partiram então para as atividades: construção de colares, modelagem em barro, brinquedos e brincadeiras indígenas. Enquanto aprendiam coisas novas, comiam beiju e milho cozido. Ao fim do dia retornaram à grande fogueira para desenterrar o Paparuto. A festa foi grande, pois o tão aguardado alimento estava uma delícia. Todos aprenderam muito e realmente voltaram à suas origens.


    PORANCÊ PORANGAÇU – Grande festa das culturas nativas do Brasil

    April 20th, 2010

    As crianças, Adolescentes e Educadores têm a alegria de convidá-la(o) para participar da culminância do mês de estudos das culturas indígenas

    PORANCÊ PORANGAÇU

    Será um dia em nossa Aldeia, com mitos, cantos, danças, oficinas, corrida de tora e juntos faremos o Paparuto, comida Krahô, porque…

    Todo Dia é Dia de Índio!

    21/04 – quarta-feira

    Horário: de 10:00 às 16:00 horas

    Local: OCA PORANGAÇU

    na Aldeia da Vila Esperança – Entrada pelo Portão Vermelho

    Projeto Ñande Reko – Espaço Cultural Vila Esperança – 2010


    Cine Vila Apresenta: Programação Especial Mês do Índio

    April 20th, 2010

    O CineVila está com uma programação especial este mês, voltada para a temática indígena. Estão sendo apresentados os filmes “Pajerama” e os “Vídeos nas Aldeias”. Participe! A entrada é gratuita.

    Pajerama de Leonardo Cadaval – 2008, 9 min

    Um índio passa por uma torrente de experiências estranhas, revelando mistérios a respeito do tempo e espaço.

    Vídeo nas Aldeias


    Antropofagia Visual 1995 / 17min. / Enawenê-Nawê

    O projeto Vídeo nas Aldeias introduz o vídeo entre os índios Enauenê Nauê, grupo ainda isolado no norte de Mato Grosso. Extrovertidos, os índios reagem à presença da câmera com um espírito performático surpreendente: muita palhaçada e uma encenação de ataques dos seus vizinhos, os Cinta- Larga. À medida que se acostumam a assistir filmes de ficção, resolvem produzir seu próprio filme.

    A Festa da Moça 1987 / 18min. / Nambiquara

    O vídeo retrata o encontro dos índios Nambiquara com a sua própria imagem durante um ritual de iniciação feminina. A “moça nova “ permanece reclusa desde sua primeira menstruação, até as aldeias aliadas virem celebrar o fim da sua reclusão. Ao assistirem suas imagens na TV, eles se decepcionam e criticam o excesso de roupa. A festa seguinte é realizada e registrada com todo o rigor da tradição. Eufóricos com o resultado, eles resolvem retomar, diante da câmera, a furação de lábio e de nariz dos jovens, costume que haviam abandonado há mais de vinte anos.

    MARANGMOTXÍNGMO MÏRANG Das crianças Ikpeng para o mundo

    2001 / 35min. / Ikpeng

    Quatro crianças Ikpeng apresentam sua aldeia respondendo à vídeo-carta das crianças da Sierra Maestra em Cuba. Com graça e leveza, elas mostram suas famílias, suas brincadeiras, suas festas, seu modo de vida. Curiosas em conhecer crianças de outras culturas, elas pedem para que respondam à sua vídeo-carta.

    http://www.videonasaldeias.org.br

    logo


    18 abril, dia do livro e festival de leitura

    April 20th, 2010

    No dia 18 de Abril comemoramos o “dia do livro”  com  um festival de leitura na Escola Pluricultural Odé Kayodê. Quer saber como foi? Agente conta na rádio da vila:  

    http://www.radiotube.org.br/upload/audio_anexo/2575.mp3

    Quer ouvir mais da Rádio da Vila, clique aqui

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    Porancê Poranga inicia o projeto Ñandereko em 2010

    April 20th, 2010

    Nandereko é o projeto em que a Vila Esperança trabalha as culturas nativas do Brasil em diversas frentes: escola, brinquedoteca e vivências culturais. No dia 14 de Abril começaram as vivências culturais indígenas na Oca Poranga, o lugar de reunião das crianças e adolescentes. Tivemos cantos e danças, culinária a base de milho e mandioca, e uma grande oficina de construção de colares.

    VIVÊNCIAS CULTURAIS OJÓ ODÉ  E PORANCÊ PORANGA

    crianca_esperanca