Escola Pluricultural Odé Kayodê

 

 

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Centro de ensino em Goiás promove aulas pluriculturais para crianças

Reportagem da TV Globo de 04_10_2014 

 

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Thaís Lobo – Estagiária convênio Tribuna/PUCGO

A escola fica numa área de 3 mil m² de puro verde, às margens do Rio Vermelho. A construção conta com uma estrutura excelente: salas coloridas, brinquedoteca e muito espaço para cerca de 50 crianças de baixa renda que estudam gratuitamente nas turmas do 1° ao 5° ano do Ensino Fundamental.
Além do conteúdo curricular, os alunos ainda tem acesso a diversas oficinas à tarde e também à chácara Caminho das Águas, onde são realizadas atividades semanais de plantio e colheita de mandioca e milho.
Na rotina das crianças também consta visitas ao galinheiro e ao curral, experiências que ensinam o respeito e o cuidado com o meio ambiente. “Lá nós tiramos leite de vaca, vamos para a trilha, aprendemos sobre mitos e ainda vamos tomar banho de rio”, conta Beatriz Valério Tedesco, 8 anos, aluna do 3° ano.
Nesse espaço também é desenvolvida uma pedagogia que valoriza a roda – onde todos se veem e estão em pé de igualdade -, e na experimentação, onde o prazer de aprender é estimulado. “Nós acreditamos na educação pela vivência, pela experimentação, onde os conteúdos deixam o livro e ganham sentido na vida”, argumenta a coordenadora e professora do 4° ano, Emicléia Alves Pinheiro.
Mas há muitas dificuldades para garantir essa estrutura. A escola é mantida pelo Espaço Cultural Vila Esperança, fundado pela associação de mesmo nome e criada com o objetivo de valorizar as raízes culturais e de transformar a sociedade através da educação.
Rosângela conta que a escola começou a partir da iniciativa do antropólogo Robson Max de Oliveira Souza e do dançarino Pio Campo. “A vila era um lixão, um buraco. Nós, literalmente, retiramos as pedras porque não tínhamos dinheiro”, recorda.

Reconhecimento

Apesar da falta de apoio, a instituição consegue fazer um trabalho educacional de excelência, reconhecido não só pelos prêmios que recebe, mas também pelos próprios alunos. “Tem muitas crianças que não tem essa oportunidade que nós temos aqui. Por isso temos que aproveitar enquanto podemos para depois poder falar ‘hoje eu sou um adulto legal porque tive uma infância maravilhosa’,” comenta a estudante Nauane Emos Braz, 8, aluna do 3° ano.
A experiência de estudar na escola é tão marcante que muitos alunos criam fortes laços de amizade. É o caso de Nathan de Souza Botelho, 11, que hoje cursa o 6° ano na Escola Estadual Dom Abel.
Ele chegou na escola ainda bebê e atualmente ajuda outras crianças, exercendo a função de monitor do 1° ano. “Aqui tem os Ojó Odé, os Porancê, as vivências culturais. Aqui nós não aprendemos só escrevendo no quadro; também aprendemos no trabalho de campo: nós vamos na roça, onde aprendemos a fazer até farinha.”
Apesar da pouca idade, os alunos da escola chamam a atenção pela desenvoltura. Rosângela explica que os alunos são instigados a ter liberdade e expressão, mas sempre com responsabilidade e trabalho em equipe. “Eles tem uma consciência e uma formação mais avançada do que muitos adultos que conheço. Aqui todo mundo anda em grupo e as coisas são abertas. Eu não me preocupo em guardar minha bolsa, pois tudo é comunitário.”

Acreditar para ensinar

Pioneira no país, a experiência pedagógica da Escola Odé Kayodê é a materialização da lei 10.639, aprovada em 2003 e que determina a inclusão do ensino da história e cultura afro-brasileira nos currículos da Educação Básica.
A coordenadora Emicléia Alves Pinheiro conta que os conteúdos afro e indígena estão internalizados na equipe, o que torna o trabalho natural e prazeroso. “A lei resulta numa questão de imposição. Nós fazemos porque está no currículo, mas também porque acreditamos e sabemos que isso faz parte da nossa vida, da nossa identidade.”

 

Educadoras na Escola da Vila

1° dia de aula na nova Escola Pluricultural Odé Kayodê 1° dia de aula na nova Escola Pluricultural Odé Kayodê 1° dia de aula na nova Escola Pluricultural Odé Kayodê

Escola certificada pelo Selo Escola Solidária

PROJETO Escola Pluricultural Odé Kayodê

Escola Pluricultural Odé KayodêA idéia começou a tomar forma em 1995 através da colaboração oferecida a três escolas públicas de Goiás, em acordo com a Delegacia Regional de Ensino de Goiás. A Vila Esperança ofereceu nesta ocasião, gratuitamente, seu espaço e atividades lúdicas, artísticas e culturais interligadas ao currículo escolar através do planejamento feito com as professoras. E assim, em um ambiente estimulante e criativo alternaram-se durante este ano as turmas do antigo pré-escolar das três escolas. Usufruindo de estruturas e materiais enriquecedores, foi oferecida a oportunidade de iniciarem um novo processo de alfabetização e metodologias mais dinâmicas na área da matemática, história, ecologia e artes. No ano de 1996 essa forma de colaboração continuou com apenas uma turma de alunos matriculados na Escola Estadual Dom Abel, mas freqüentes diariamente na “Vila”. Idealizamos e procuramos realizar hoje uma escola com rosto latino-americano e uma escola “pública” eficiente. Queremos ajudar a nascer uma nova geração de cidadãos do mundo, brasileiros orgulhosos de suas próprias origens e valores, com direito e gozo de ser.

FAMÍLIA
O trabalho é estendido às famílias na busca de integrar os responsáveis pelas crianças ao processo de aprendizagem e crescimento de seus filho e netos; na ajuda e solidariedade em momentos familiares difíceis e na chamada “Hora Social”.
Pais e filhos no 1° dia de aula

Trata-se de um encontro festivo com os pais dos alunos da escola e/ou da Brinquedoteca, no qual as crianças apresentam às famílias suas produções artístico-cognitivas daquele período.A integração acontece também através de iniciativas e encontros pensados para formação dos pais e responsáveis (conferências, exposições, campanhas, e outros) e nas reuniões de acompanhamento do rendimento escolar (encontro pedagógico).

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ESPAÇOS
Nova Escola Pluricultural Odé Kayodê

Pensamos a construção da escola em modo dinâmico para que as crianças não sejam constrangidas a permanecer por horas na mesma sala, mas possam usufruir dos vários ambientes criados na “Vila”, de acordo com o conteúdo que estão estudando. As soluções arquitetônicas tiveram e têm que se amoldar aos nossos poucos recursos econômicos e as nossas muitas exigências e cuidados. O “Território Livre”, um teatro tipo arena construído todo de pedra, é uma referência às três grandes regiões geográficas e culturais da América Latina: América Central, os Andes e a bacia Amazônica com os seus respectivos povos Asteca, Maia, Inca e tribos amazônicas. A concepção indígena de harmonia cósmica se reflete nos palcos distribuídos nas direções dos Pontos Cardeais, na iluminação feita de tochas de fogo, nas paredes feitas de plantas que circundam o palco maior, onde tem uma fonte. Uma escadaria central conduz ao Memorial: lugar de encontro, história e arte indígena e africana. Suas colunas e paredes de pedras são decoradas com máscaras de terracota coloridas no estilo das várias etnias americanas. A ligação entre o palco principal e o Memorial sugere a fusão da memória dos povos Afroameríndios custodiada no Memorial, como verdadeira “sala do tesouro” e documentada em livros, audiovisuais, vídeos, arte plumária, utilitária, etc.; com a possibilidade de sua reapresentação e recriação como memória viva e dinâmica através do “Território Livre” do Teatro.

A arquitetura da “Vila” continua em sua mistura cultural e passa do colonial português a uma cabana africana (Quilombo, sala de laboratório teatral), a um pequeno Castelo europeu, do Circo à Coricancha (“Casa do Sol”), do fantasioso Jardim das Formas (Espaço Geométrico) ao colorido e amado Parquinho e “Bosque das Aventuras”. Tudo é uma tentativa de propor a “unidade que respeite as diferenças”, o grande desafio para a construção de democracia, nossa grande Esperança.
Aldeia – É composta por cabanas levantadas segundo as técnicas de construção originais (pau a pique, adobe, tijolo e pedra) cobertas, originalmente, com palha de buriti. Faz referências às habitações indígenas e africanas. Neste espaço são realizadas as oficinas com as crianças.

A EQUIPE
A Equipe se articula em três setores: – artístico-cultural; – administrativo; -pedagógico. Na realidade as fronteiras entre setores são extremamente tênues. Todos os projetos são discutidos e elaborados em assembléia. É pelo diálogo constante que a criatividade dos vários membros torna-se realidade nos projetos e podemos vencer os desafios e dificuldades de um projeto sem fins lucrativos e voltado para a população empobrecida.
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SITUAÇÃO ECONÔMICA
O Espaço Cultural Vila Esperança é uma Associação sem fins lucrativos construído pelos fundadores com seu patrimônio pessoal e ajuda solidária de amigos. Não mantém convênio com nenhuma entidade ou órgão governamental sendo sustentado pelo trabalho profissional do Grupo-Circo. Conta ainda com o apoio temporário de pequenos grupos que solidariamente ajudam em parte da manutenção geral.
Você também pode contribuir:
Banco do Brasil Agência 0277-1 Conta Corrente 12760-4
Outras doações: Espaço Cultural Vila Esperança , Cidade de Goiás – GO – Rua Padre Felipe Leddet nº 32 – Fone: (62) 33712132

 

ROTINA DIÁRIA
No início do dia, temos as turmas reunidas em assembléia para planejamento do dia e uma primeira atividade conjunta. Em seguida, o uso dos espaços é feito em sistema de rodízio, de acordo com a atividade planejada. O aproveitamento dos espaços requer o dinamismo, a disponibilidade e eficiência dos educadores além de dedicação ao projeto. Semanalmente acontecem os laboratórios de: artes plásticas, música, dança, artes cênicas, capoeira, brinquedoteca, informática e rádio, videoteca e comunidade de investigação (filosofia para criança). Na rotina diária acontecem ainda: o uso da biblioteca e dos cantinhos de leitura; o uso do jogo e do material concreto, principalmente na aprendizagem da Matemática; realização de experiências científicas; uso dos ambientes de ciências; excursões, pesquisas e entrevistas; o uso do Parquinho e Bosque da Aventuras; uso do Jardim das Formas; o uso do Escovódromo; além da constante avaliação de atividades e participações.
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RESULTADOS
O Espaço Cultural Vila Esperança na sua proposta de uma educação lúdica, artística e pluricultural, compatível com as características da identidade do povo brasileiro, já percebe alguns resultados de sua ação que enumeramos de forma sumária:
1) A Vila Esperança concorre efetivamente para um desenvolvimento harmônico ao incentivar uma percepção valorizada de si mesmo e do seu próprio mundo cultural. Essa percepção lhe permite colocar-se melhor na sociedade que a cerca.
2) Entre as crianças do Espaço Cultural Vila Esperança a freqüência é uma característica unânime e a evasão e repetência são quase inexistentes.
3) Em resposta às ações artísticas e culturais deste Espaço nota-se na criança conquista de auto-estima, maior coragem de se expor, e uma confiança que traz a ousadia do traço criativo.
4) Através das atividades mencionadas anteriormente, as crianças vem percebendo novas possibilidades, interesses e aptidões.
5) Através da “rodas de conversa” as crianças vêm desenvolvendo sua capacidade de escolher, priorizar, emitir opiniões, formular críticas, avaliar e modificar pensamentos e atitudes.

PROJETOS

Em acordo com a Metodologia de Projetos, são desenvolvidos quatro projetos maiores em nosso calendário anual:
* Projeto Ancestralidade – as atividades do ano iniciam-se com o Projeto Ancestralidade, ou carinhosamente chamado Festa da Vovó. Respeito aos idosos, valor à sabedoria, experiências e histórias de vida dos que construíram Goiás e o Brasil é o ponto forte desse projeto.
* Projeto Ñande Rekô (Nosso Modo de Ser) – estudos e atividades relacionadas às culturas indígenas no Brasil.
* Projeto Festa da Terra – engloba estudos e atividades referentes às tradições populares relacionadas ao homem do campo (Festas Juninas) e culturas Andinas (colheita e preparo da terra).
* Projeto Xirê Iriti Lonã (Ciranda no caminho da Esperança) – estudos e atividades relacionadas às origens africanas e afro descendentes.
Enriquecendo o currículo formal temos ainda outros projetos:
Projeto Carnaval “AFOXÉ AYÓ DELÊ”;
– Projeto Tradições Populares;
Projeto Ecologia (“Semana Chico Mendes”;”Amigo Planeta”)
Projeto Saúde:
* Medicina preventiva – periodicamente contamos com o trabalho voluntário de uma médica pediatra, que vem atender e orientar a saúde geral das crianças quanto: ao balanceamento energético e nutritivo das merendas; higiene do aparelho auditivo; higiene dos cabelos e da cabeça prevenindo e combatendo a pediculose; às possíveis doenças da pele; e às doenças infantis em geral.
– Projeto Ewé (Projeto de Educação Ambiental e Jardinagem onde aprendem a cultivar plantas ornamentais, hortaliças e ervas medicinais);
– Projeto Cidadania (Assembléia Geral das Crianças da Vila e Eleição do Governo Mirim; Semana da Criança);
– Projeto “O Espetáculo Continua” (Encerramento do Ano; Atividades relacionadas ao Circo).

Robson Max de Oliveira Souza
Diretor Executivo da Associação
Espaço Cultural Vila Esperança

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Muitas realizações, descobertas, desafios marcaram mais esta etapa do nosso trabalho na Escola Pluricultural Odé Kayodê.

Em cada “Bom Dia” um despertar para a novidade do conteúdo, o novo dia, a possibilidade de percorrer e construir o conhecimento. A cada amanhecer a persistência em acreditar que trabalhar em conjunto é melhor, insistir na roda é valorizar o individual e enriquecer o coletivo. Uma história ouvida, uma leitura compartilhada, uma notícia anunciada na Rádio da Vila, uma música cantada, uma reflexão…ocuparam a sala Passaredo e fizeram dos nossos inícios de manhã possibilidades imensas  de aprender.

Antes de nos dividirmos um “café com leite” no refeitório acompanhado de uma vista que ampliou os horizontes e inspirou para continuar os trabalhos.

Nas salas de todas as cores pousaram os pica-paus, tucanos, araras vermelhas, beija-flores, meninos passarinhos que de suas pastas retiravam o “para casa”, fio que ajuda na continuidade da aprendizagem da escola até a casa, momento de compartilhar as dificuldades, demonstrar compromisso e a dedicação ao processo de conhecimento.

Livros, blocos e cadernos se abriram e em suas páginas foram se revelando a escrita de um texto, o desafio de um cálculo, a magia e o encanto do saber, ou do querer saber. Os conteúdos se entrelaçaram no reconhecimento da rede que constitui a nossa identidade cultural, em que fundamental é o respeito.  Durante todo o semestre a base do estudo foi a experiência de vida por meio dos saberes do nosso povo e dos nossos livros. De acordo com o calendário de Projetos da Vila Esperança, fomos compondo o currículo e trilhando o nosso caminho.

Começamos o ano multicolorido, a escola toda recebeu a meninada vestida de arco íris, a alquimia das cores despertou curiosidade e gerou muitos estudos.

No carnaval estudamos a geografia do nosso país, pesquisando como ele se manifesta em cada região do Brasil. O nosso grito de carnaval foi momento de muita animação, com fatasias, serpentinas e confetes colorindo ainda mais o circo da Vila.

No Projeto Ancestralidade pesquisamos a nossa história, os tempos se conjugaram, o passado presentificado nos nossos avós e o futuro nos responsabilizando pela continuidade. Fazer festa para os avós alegrou a todos nós! Objetos pertencentes às famílias compuseram a exposição feita por todas as mãos: “Casa de Vó”; pesquisas sobre origem, gostos, jeitos de cada um; poemas, músicas, a matemática presente na forma de compreender e quantificar o tempo: dia, mês, ano… muitos anos que renderam sabedoria ancestral, a árvore  genealógica…

Começamos em “Paz” o mês de Abril, Portinari foi um artista de referência para as nossas reflexões sobre as guerras e paz cotidianas. O Batalurê foi escolhido para representar a EPOK na “Caminhada da Paz”, com força os tambores reciclados foram tocados e a nossa busca de paz manifestada.

Ainda no mês de Abril estudamos a trajetória do Brasil sob a perspectiva dos povos originais desta terra, descobrindo o nosso modo de ser indígena “Nande Rekó” o contato com a natureza foi fortalecido com o início das atividades na Chácara Caminho das Águas, percorrendo trilhas em meio ao cerrado, ouvindo histórias, tomando banho de rio, muitos saberes foram construídos e legitimados.

A leitura foi prática diária de compreender e desvendar a verdadeira história do nosso país. Na escola os livros ganharam destaque, estando por toda a parte, atiçando a vontade de ler, a curiosidade, ocupando o centro da roda fazendo girar muito conhecimento. Conversamos sobre autores, estilos de texto, a construção e a preciosidade do livro. O Porancê Poranga do dia 21 de Abril foi a culminância dos estudos, na Adeia da Vila, muita gente, canto, dança, mito, beiju e o tão esperado paparuto, comida que alimenta além do corpo.

Maio foi especial, desde seu início fez-se presente o amor que todos sentimos, que é o maior do mundo, o de Mãe. Músicas, poesias, desenhos, tudo na busca de agradecer e também expressar o amor. Linhas e agulhas foram instrumentos que nos ajudaram a confeccionar um bonito presente, cada ponto uma forma de registrar o carinho. Mães, Mulheres, “Ayabás”, símbolos de resistência, fecundidade, foram homenageadas pelo Afoxé Ayó Delê que mais uma vez saiu pelas ruas de Goiás, espalhando alegria, força e beleza.

Encerramos o semestre com um mês intenso. Em Junho recebemos muitas visitas de amigos e pessoas curiosas para conhecerem o trabalho da Escola e da Vila Esperança, todas contribuiram, levaram e deixaram mensagens. Nos vermos pelos olhos do outro afirmou as escolhas e fazeres.

Também neste mês fomos às ruas da Cidade de Goiás identificar o que faz parte do patrimônio, paisagens, edifícios, manifestações culturais que constituem a nossa história.

A Festa da colheita foi preparada com danças, enfeites e muito estudo. A intenção foi de perceber a relação do homem com a terra, fonte de sustento e valorizar a cultura do campo. Do Sul ao Norte do Brasil, pesquisamos o que era característico de cada região. O Semestre se encerrou com a reunião das famílias, amigos e comunidade com essa grande e bonita festa na Rua Padre Felipe Leddet.

Todas as aprendizagens e experiências ultrapassaram as salas de aula, compuseram as manhãs, tardes e outros tempos da nossa vida e continuarão nos acompanhando na construção de novos conhecimentos.

Novas possibilidades nos aguardam no 2º Semestre!

 

 

 

Bem te quis

Bem te quis

E ainda quero muito mais

Maior que a imensidão da paz

E bem maior que o sol…

P. Pedra Azul


Abraços das educadoras Emicleia e Renata

Cidade de Goiás, Julho de 2012.

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