Random Post:
RSS .92| RSS 2.0| ATOM 0.3
  • Home
  • A Vila Esperança
  • Cine Vila
  • Cooeducarte
  • Escola
  • Jogos
  • Projetos
  • Rádio
  • TV
  •  

    Cine Vila: Retrospectiva mostra ABD Cine Goiás e caldo de frango.

    May 31st, 2010

    No dia 27 de Maio o Cine Vila, do Espaço Cultural Vila Esperança, apresentou a 1ª Mostra ABD Cine Goiás. As 25 pessoas presentes, famílias em sua maioria, assistiram aos filmes goianos: Rapsódia do Absurdo,  Ecléticos Corações,  Cattum e Descrição da Ilha da Saudade ou Baudelaire e os Teus Cabelos. Depois da sessão tivemos discussão sobre os filmes que começou na sala de exibição e continuou na área externa, com a degustação de um caldo de frango que foi servido à todos. De modo geral o público gostou mais de “Rapsódia do absurdo” por se tratar de um tema que envolvia, inclusive, algumas pessoas que moraram por um tempo no Parque Oeste Industrial. O curta “Cattum” também fez sucesso. A mostra é parte do CIRCUITO CINECLUBISTA DE GOIÁS, uma rede de ações comun entre os Cines do nosso estado.


    Assembleia Filosófica 2010

    May 31st, 2010

    Filosofia e cidadania na Vila Esperança. 

    No dia 27 de Maio aconteceu a Assembleia Filosófica 2010 das crianças da Escola Pluricultural Odé Kayodê. Foram apresentados os deputados escolhidos pelas turmas e houve discussão sobre a constituição. Na ocasião foi construida a constituição mirim da Vila Esperança.


    Cine Vila faz sessão com filme e samba-de-roda

    May 11th, 2010

    Na sessão desta quinta, 13/05/2010, o Cine Vila que fica no Espaço Cultural Vila Esperança realiza a mostra  “13 de Maio, abolição da escravidão?” serão exibidos dois curta-metragens: “CAROLINA” (Livre, 15 min) filme em que Zezé Motta interpreta a história real de uma negra, favelada, que escreve seu diário denunciando a fome, o preconceito e a miséria. O outro filme é ”ARUANDA” (Livre, 22 min) A história de um quilombo, formado no século XIX, por escravos libertos. Após a exibição dos filmes o grupo de samba-de-roda da Vila Esperança comanda uma animada roda onde todos poderão sambar a vontade. Venha você também! Quinta, às 19 horas, no cinema da Vila Esperança, um projeto apoiado pelo Cine Mais Cultura do Governo Federal. A entrada é gratuita.

    COM LOTAÇÃO MÁXIMA CINE VILA FAZ SESSÃO DO 13 DE MAIO

    O “cinema com samba-de-roda” foi um sucesso! Loatação máxima no Cine Vila, discussão sobre o pós-abolição da escravatura, e muito samba com o grupo de crianças da Vila Esperança. Ainda rolou uma deliciosa feijoada quentinha pra espantar o frio que fazia em Goiás.

                         


    Site iTEIA destaca: “Goiás lança circuito cineclubista”

    May 11th, 2010

    O Jornal iTEIA, destaca no dia 04/05/2010 o circuito cineclubista lançado no estado de Goiás. Lembrando que o Cine Vila faz parte deste circuito. Abaixo a matéria na íntegra e o endereço para visualização da matéria no site  iTEIA

    http://www.iteia.org.br/goias-lanca-circuito-cineclubista

    Goiás lança circuito cineclubista

    Carolina Paraguassú Dayer

    A partir de maio, os goianos terão acesso gratuito a filmes brasileiros e estrangeiros. Isto porque cineclubes de Goiânia, Anápolis, Jataí e Cidade de Goiás se uniram e vão dedicar a última exibição de cada mês ao Circuito.

    A importância desse trabalho de distribuição e exibição das obras audiovisuais é fundamental para o escoamento das produções que não alcançam o público. Essa ideia de rede é uma forma de organização encontrada pelos cineclubistas para a criação de um circuito próprio, que já conta com experiências positivas em outros estados, além de sessões especiais organizadas em circuitos nacionais.

    Em Goiás, a retomada teve início em 2009, quando cineclubes foram criados, seminários e encontros realizados. Desde então, representantes do estado estiveram presentes nos principais encontros e conferências de cineclubes e audiovisual no país. A partir destes, foi articulada uma mostra do audiovisual de Goiás no Festival América do Sul em Corumbá, Mato Grosso do Sul, onde também existirá um espaço para uma conversa sobre ‘Cineclubes no Brasil’ no dia 29 de abril; além disso, Goiás se une para fazer o 1º Encontro dos Cineclubes do Centro-Oeste, previsto para o mês de agosto no Festival Latino Americano de Cinema Universitário Perro Loco em Goiânia.

    Seguindo o exemplo de outros estados, os cineclubistas goianos também estão em busca de mais apoiadores para a criação de um edital estadual da Ação Cine Mais Cultura do Ministério da Cultura, que fornece equipamento completo de exibição, acervo da Programadora Brasil e oficinas de capacitação cineclubista. Os editais têm sido fechados com as secretarias dos estados, que têm interesse de criar – nas periferias das capitais e nas cidades do interior – espaços democráticos de exibição, que servem como meio de formação crítica do olhar, mas mais do que isso, são momentos de troca de experiências, que respeitam as culturas locais e as especificidades de cada cineclube.

    Programação e divulgação do Circuito Cineclubista de Goiás

    A programação completa dos cineclubes e dos circuitos passa a ser unificada e enviada por e-mail para a imprensa e a quem mais interessar ao final de cada mês. Para maio, a curadoria escolheu alguns dos filmes premiados nas últimas edições da Mostra ABD Cine Goiás – maior janela de exibição dos filmes goianos em festivais – que acontece em junho durante o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA).

    Cada cineclube tem autonomia para criar mais ações que agreguem valor ao circuito. Exemplo dessa autonomia será a sessão do Cineclube Cascavel, que estréia o circuito convidando o cantor José Teles e banda para tocarem após o debate, na sessão dia 25 de maio.

    PROGRAMAÇÃO DOS CINECLUBES MÊS DE MAIO 2010

    DIA 01 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Sábado, 20h
    Janela da Alma | , Direção: de João Jardim, co-direção Walter Carvalho, RJ, 2001, Doc., 73 min | Classificação: Livre
    Cego Oliveira no sertão do seu olhar | Direção: Lucila Meirelles, CE/BA, 1998, Doc./Exp., 17 min | Classificação: Livre
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    DIA 02 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Domingo, 16h30
    Os Xeretas | Direção: Michael Ruman, SP, 2001, Fic., 86 min | Classificação: 10 anos
    A lasanha assassina | Direção: Ale McHaddo, SP, 2002, Ani., 8 min | Classificação: 10 anos
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    DIA 04 DE MAIO – CINECLUBE CASCAVEL (GOIÂNIA)
    Terça-feira, 19h30 – DIREITOS AUTORAIS E COMPARTILHAMENTO DE BENS CULTURAIS
    Good Copy, Bad Copy | Direção: Andreas Johnsen, Ralf Chistensen e Henrik Moltke, Dinamarca, 2007, Doc., 59 min | Classificação não fornecida
    Centro Cultural Cara Vídeo – Rua 83, n.º 361, Setor Sul – Goiânia
    ENTRADA FRANCA

    DIA 06 DE MAIO – CINE VILA (CIDADE DE GOIÁS)
    Quinta-feira, 19h
    Desventuras de Um Dia ou a Vida Não é Um Comercial de Margarina… | Direção: Adriana Meirelles, SP, 2004, Ani. 10 min | Classificação: Livre
    Dalva | Caroline Leone, SP, 2004, Fic. 10 min | Classificação não fornecida
    Espaço Cultural Vila Esperança – Rua Padre Felipe Leddet – Cidade de Goiás
    ENTRADA FRANCA

    DIA 08 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Sábado, 20h
    Aboio | Direção: Marília Rocha, Doc., MG, 2005, 73 min | Classificação: Livre
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    DIA 08 DE MAIO – CINECLUBE XÍCARA DA SILVA (ANÁPOLIS)
    Sábado, 17h – História do Cinema
    O sonho de Rarebit Fiend | Direção: Edwin S. Porter, 1906
    O grande roubo do trem | Direção:Edwin S. Porter, 1903
    Sesc Jundiaí – Av. Santos Dummont s/ nº – Anápolis
    ENTRADA FRANCA

    DIA 09 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Domingo, 16h30 – Curtas Infantis 1
    Isabel e o cachorro flautista | Direção: Christian Saghaard, SP, 2004, Fic.,/Ani., 14 min | Classificação: Livre
    O tamanho que não cai bem | Direção: Tadao Miaqui, RS, 2001, Ani., 7 min | Classificação: Livre
    Alma carioca – um choro de menino | Direção: William Côgo, RJ, 2002, Ani., 6 min | Classificação: Livre
    Disfarce explosivo | Direção: Mario Galindo, SP, 2000, Ani. 6 min | Classificação: Livre
    O nordestino e o toque de sua lamparina | Direção: Ítalo Maia, CE, 1998, Ani., 8 min | Classificação: Livre
    Mitos do mondo: como surgiu a noite? | Direção: Andrés Lieban, RJ, 2005, Ani., 6 min | Classificação: Livre
    Historietas Assombradas (para crianças malcriadas) | Direção: Victor-Hugo Borges, SP, 2005, Ani., 16 min | Classificação: Livre
    Duração total: 63 minutos
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    DIA 11 DE MAIO – CINECLUBE CASCAVEL (GOIÂNIA)
    Terça-feira, 18h – ANARCOCINE – Sessão avessa à curadoria
    Sessão em que os filmes exibidos serão aqueles que forem apresentados/inscritos na hora e local da sessão, sem o poder de curadoria, sendo usado apenas o critério de tamanho do filme, com limite de até 15 min. Bar e show do grupo Vida Seca às 21h40.Classificação: 18 anos
    Centro Cultural Cara Vídeo – Rua 83, n.º 361, Setor Sul – Goiânia
    ENTRADA FRANCA

    DIA 13 DE MAIO – CINE VILA (CIDADE DE GOIÁS)
    Quinta-feira, 19h
    Carolina | Direção: Jeferson De, SP, 2003, Doc., 15 min | Classificação: Livre
    Aruanda | Direção: Linduarte Noronha, PB, 1960, Doc., 22 min | Classificação: Livre
    Espaço Cultural Vila Esperança – Rua Padre Felipe Leddet – Cidade de Goiás
    ENTRADA FRANCA

    DIA 15 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Sábado, 20h – Samba e Bossa Nova: Música do Brasil
    Brasil | Direção: Rogério Sganzerla, RJ, 1981, Exp., 13 min | Classificação: 10 anos
    Álbum de música | Direção: Sérgio Sanz, RJ, 1974, Doc, 11 min
    Carioca, suburbano, mulato, malandro – João Nogueira | Direção: Jom Tob Azulay, RJ, 1979, Doc, 13 min
    Heitor dos prazeres | Direção: Antonio Carlos da Fontoura, RJ, 1965, Doc, 14min
    Martinho da Vila Paris 1977 | Direção: Ari Cândido Fernandes,SP, 1977, Doc, 8 min
    Noel por Noel | Direção: Rogério Sganzerla, RJ, 1981, Doc, 10 min
    Pixinguinha e a velha guarda do samba | Direção: Ricardo Dias e Thomaz Farkas, SP, 2006, Doc, 10 min
    Duração total: 116 min
    Classificação:12 anos
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    DIA 16 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Domingo, às 16h30 – Animações Infanto-juvenis
    Leonel Pé-de-vento | Direção: Jair Giacomini, RJ, 2006, Ani, 15 min | Classificação: Livre
    Lúmen | Direção: Wilian Salvador, MG, 2007, Ani, 4 min | Classificação: Livre
    Relacionamentos | Direção: Gordeeff, RJ, 2003, Ani, 5min | Classificação: Livre
    A noite do vampiro | Direção: Alê Camargo, SP, 2006, Ani, 7 min | Classificação: Livre
    Os olhos do pianista | Direção: Frederico Pinto,RS, 2005, Ani, 5 min | Classificação: Livre
    Devoção | Direção: Rafael Ferreira, CE, 2006, Ani, 11min | Classificação: Livre
    Roubada! | Direção: Maurício Vidal, Renan de Moraes e Sérgio Yamasaki, RJ, 2000, Ani, 4 min | Classificação: Livre
    Primeiro movimento | Direção: Érica Valle, SP, 2006, Ani, 7 min | Classificação: Livre
    Duração total: 56 min
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    DIA 18 DE MAIO – CINECLUBE CASCAVEL (GOIÂNIA)
    Terça-feira, 19h30 – SERTÃO VIRA CINEMA
    Aboio | Direção: Marília Rocha, Doc., MG, 2005, 71 min | Classificação: Livre
    Centro Cultural Cara Vídeo – Rua 83, n.º 361, Setor Sul – Goiânia
    ENTRADA FRANCA

    DIA 20 DE MAIO – CINE VILA (CIDADE DE GOIÁS)
    Quinta-feira, 19h
    Rua das Tulipas | Direção: Alê Camargo, DF, 2007, Ani., 10 min | Classificação: Livre
    Espaço Cultural Vila Esperança – Rua Padre Felipe Leddet – Cidade de Goiás
    ENTRADA FRANCA

    DIA 22 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Sábado, às 20h
    Como era gostoso o meu francês | Direção: Nelson Pereira dos Santos,Brasil , 1970, Fic, 83min | Classificação: Livre
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    DIA 22 DE MAIO – CINECLUBE XÍCARA DA SILVA (ANÁPOLIS)
    Sábado, 17h – História do Cinema
    A vida de Brian | Direção: Monty Python
    Sesc Jundiaí – Av. Santos Dummont s/ nº – Anápolis
    ENTRADA FRANCA

    DIA 23 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Domingo, às 16h30, Curta Criança 2
    O homem que bota ovo | Direção: Rafael Conde, MG, 2006, Fic, 13 min | Classificação: Livre
    Cada um com seu cada qual | Direção: Flavia Castro, RJ, 2006, Fic, 15 min | Classificação: Livre
    Na pista do apito | Direção: Daniel Chaia, SP, 2008, Fic, 13 min | Classificação: Livre
    O sapo | Direção: Adolfo Sarkis, RJ, 2006, Fic, 18 min | Classificação: Livre
    Meus amigos chineses | Direção: Sergio Sbragia, RJ, 2006, Fic, 15 min | Classificação: Livre
    Tratado de Liligrafia | Direção: Frederico Pinto, RS, 2008, Fic, 14 min | Classificação: Livre
    As coisas que moram nas coisas | Direção: Bel Bechara e Sandro Serpa, SP, 2006, Fic, 14 min | Classificação: Livre
    Malasartes vai à feira | Direção: Eduardo Goldenstein, RJ, 2004, Fic, 12 min | Classificação: Livre
    Duração total: 114min
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    DIA 30 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Domingo, às 16h30
    Arrependida | Direção: Aroldo de Andrade Filho, Brasil, 2010, Fic, 105 min | Classificação: 12 anos
    Centro Cultural Basileu Toledo França – Avenida Goiás, 1433, Centro – Jataí
    ENTRADA FRANCA

    PROGRAMAÇÃO DO CIRCUITO CINECLUBISTA DE GOIÁS

    RETROSPECTIVA MOSTRA ABD CINE GOIÁS

    17 A 20 DE MAIO – CINECLUBE XÍCARA DA SILVA (ANÁPOLIS)
    19h – Sesc Jundiaí – Av. Santos Dummont s/ nº, Anápolis
    ENTRADA FRANCA

    DIA 25 DE MAIO – CINECLUBE CASCAVEL (GOIÂNIA)
    Terça-feira, 19h30 – Centro Cultural Cara Vídeo, rua 83, n. 361, St. Sul, Goiânia
    Após a sessão, SHOW com o cantor JOSÉ TELES
    ENTRADA FRANCA

    DIA 27 DE MAIO – CINE VILA (CIDADE DE GOIÁS)
    Quinta-feira, 19h – Espaço Cultural Vila Esperança, Rua Pe. Felipe Leddet – Cidade de Goiás
    ENTRADA FRANCA

    DIA 29 DE MAIO – CINECLUBE NELSON PEREIRA DOS SANTOS (JATAÍ)
    Sábado, 20h – Centro Cultural Basileu Toledo França, Avenida Goiás, 1433, Centro, Jataí
    ENTRADA FRANCA

    ATENÇÃO: PROGRAMAÇÃO ÚNICA PARA TODAS AS SESSÕES DO CIRCUITO NOS CINECLUBES ACIMA COM OS FILMES A SEGUIR:

    1 Rapsódia do Absurdo | Direção: Cláudia Nunes, Doc., GO, 2006, 16 min
    Sinopse: Documentário poético sobre reforma agrária e urbana com cenas de arquivo de dois marcantes episódios de luta pela terra: Fazenda Santa Luzia e Parque Oeste Industrial, cuja dimensão os torna universais do conflito entre a propriedade privada e os pobres do mundo.

    Prêmios na V Mostra ABD Cine Goiás (2007): Melhor Curta-Metragem; Melhor Montagem/Edição; Melhor Trilha Sonora. O filme também levou o prêmio de Melhor Produção Goiana no mesmo ano no IX Fica.

    2 Ecléticos Corações | Direção: Simone Caetano, Fic., GO, 2007, 22 min
    Sinopse: Ecléticos Corações é uma referência à inexorabilidade do tempo e suas transformações. Um reencontro marcado por seis amigos há 23 anos.
    Prêmios na VI Mostra ABD Cine Goiás (2008): Melhor Ficção.

    3 Cattum | Direção: Paulo Miranda, Ani., GO, 2008, 10 min
    Sinopse: Sete vidas em dez minutos. Conta a história de um gato que, perdido nas ruas de uma capital, se vê diante de vários apuros aos quais ele nunca imaginaria fazer parte.
    Prêmios na VII Mostra ABD Cine Goiás (2009): Melhor animação; Melhor filme ambiental.

    4 Descrição da Ilha da Saudade ou Baudelaire e os Teus Cabelos | Direção: Alyne Fratari, Fic, GO, 2009, 20min.
    Sinopse: Beleza, fada de olhos verdes suaves, vens do céu ou do inferno?
    Prêmios na VII Mostra ABD Cine Goiás (2009): Melhor Ficção; Melhor Curta Metragem; Melhor Diretor de Fotografia: Naji Sidki; Melhor Montador/Editor: Isaac Orcino.
    CLASSIFICAÇÃO: 14 ANOS 


    VIDEOBLOG _ ANIVERSARIANTES DE ABRIL (30/04/2010)

    May 4th, 2010

    Nós, crianças da Escola Pluricultural Odé Kayodê do Espaço Cultural Vila Esperança, contamos pra você neste video-post como foi o dia dos aniversariantes do mês de Abril e dia do brinquedo.

    (Videoblog, Videolog ou Vlog, é uma variante de weblogs cujo conteúdo principal consiste de vídeos.)



    VIDEOBLOG – PORANCÊ PORANGA (21_04_2010)

    April 30th, 2010

    Veja como foi o Porancê do dia 21 de Abril de 2010 que contou com o preparo de um Paparuto, comida que fica pronta debaixo da terra. Porancê Poranga é a vivência de culturas indígenas que acontece no Espaço Cultural Vila Esperança.

    (Videoblog, Videolog ou Vlog, é uma variante de weblogs cujo conteúdo principal consiste de vídeos.)



    CINE VILA: Programação Maio 2010

    April 30th, 2010

    programação sujeita a alteração 

    06 DE MAIO – às 19 Horas  

    1 Desventuras de Um Dia ou a Vida Não é Um Comercial de Margarina… / Direção: Adriana Meirelles / Gênero: Animação / Cidade: São Paulo -SP País: Brasil / Ano: 2004 / Duração: 10 min / Classificação Livre / Sinopse: Logo cedo, trânsito e preocupações ocupam os pensamentos de Luíza. Mal começa a trabalhar e já se vê envolvida nas situações cotidianas que a irritam e entediam. Assim passa o seu dia, tentando cumprir o fluxo de trabalho e assumindo elementos metafóricos de seus sentimentos em cada momento. 

     2 Dalva Direção: Caroline Leone / Gênero: Ficção / Cidade: São Paulo UF(s): SP País: Brasil / Ano: 2004 / Duração: 10 min / Classificação Não possui a Classificação Indicativa do Ministério da Justiça / Sinopse: Visão poética do cotidiano de uma mãe solteira vivendo na cidade de São Paulo. O sonho contado pela filha transforma seu dia em objeto de reflexão sobre as possibilidades individuais de felicidade. 

    13 DE MAIO – às 19 Horas  

    1 Carolina / Direção: Jeferson De / Gênero: Documentário / Cidade: São Paulo UF(s): SP País: Brasil / Ano: 2003 / Duração: 15 min / Classificação Livre / Sinopse: Brasil. Final dos anos 50. Carolina de Jesus escreve seu diário. Dentro de seu barraco ela denuncia a fome, o preconceito e a miséria. Publicada, torna-se um sucesso editorial, sendo editada em 13 línguas. Apesar do reconhecimento imediato e explosivo, a “exótica” mulher negra e ex-favelada falece pobre. Passadas algumas décadas, as palavras de Carolina continuam a ser uma denúncia contra a miséria em que se encontram milhões de pessoas. 

     2 Aruanda / Direção: Linduarte Noronha / Gênero: Documentário
    Cidade: UF(s): PB País: Brasil / Ano: 1960 / Duração: 22 min / Classificação Livre / Sinopse: A história de um quilombo, formado em meados do século XIX, por escravos libertos no sertão da Paraíba. O filme, da mesma época da inauguração de Brasília, mostra uma pequena população, isolada das instituições do país, presa a um ciclo econômico trágico e sem perspectivas, variando do plantio de algodão à cerâmica primitiva. O curta é considerado um dos precursores do Cinema Novo 

    20 DE MAIO – às 19 Horas  

    1 Rua das TulipasDireção: Alê Camargo / Gênero: Animação / Cidade: Brasília UF(s): DF País: Brasil / Ano: 2007 / Duração: 10 min / Classificação Livre / Sinopse: Um grande inventor acostumado a criar soluções para todo os moradores de sua rua, a Rua das Tulipas, após ver a felicidade de todos seus vizinhos, descobre que ainda faltava a felicidade de uma pessoa… 

    27 DE MAIO – às 19 Horas 

    Retrospectiva Mostra ABD Cine Goiás 

     1 Rapsódia do Absurdo | Direção: Cláudia Nunes, Doc.,  GO, 2006, 16 min /Sinopse: Documentário poético sobre reforma agrária e urbana com cenas de arquivo de dois marcantes episódios de luta pela terra: Fazenda Santa Luzia e Parque Oeste Industrial, cuja dimensão os torna universais do conflito entre a propriedade privada e os pobres do mundo. Prêmios na V Mostra ABD Cine Goiás (2007): Melhor Curta-Metragem; Melhor Montagem/Edição; Melhor Trilha Sonora. O filme também levou o prêmio de Melhor Produção Goiana no mesmo ano no IX Fica. 

    2 Ecléticos Corações | Direção: Simone Caetano, Fic., GO, 2007, 22 min / Sinopse: Ecléticos Corações é uma referência à inexorabilidade do tempo e suas transformações. Um reencontro marcado por seis amigos há 23 anos. Prêmios na VI Mostra ABD Cine Goiás (2008): Melhor Ficção. 

     3 Cattum | Direção: Paulo Miranda, Ani., GO, 2008, 10 min / Sinopse: Sete vidas em dez minutos. Conta a história de um gato que, perdido nas ruas de uma capital, se vê diante de vários apuros aos quais ele nunca imaginaria fazer parte. Prêmios na VII Mostra ABD Cine Goiás (2009): Melhor animação; Melhor filme ambiental. 

    4 Descrição da Ilha da Saudade ou Baudelaire e os Teus Cabelos | Direção: Alyne Fratari, Fic, GO, 2009, 20min. / Sinopse: Beleza, fada de olhos verdes suaves, vens do céu ou do inferno? / Prêmios na VII Mostra ABD Cine Goiás (2009): Melhor Ficção; Melhor Curta Metragem; Melhor Diretor de Fotografia: Naji Sidki; Melhor Montador/Editor: Isaac Orcino.


    PORANCÊ DA SEMANA DO ÍNDIO É DESTAQUE NO SITE DO CRIANÇA ESPERANÇA

    April 30th, 2010

    CLIQUE AQUI E VEJA A MÁTERIA SOBRE O PORANCÊ NO SITE DO CRIANÇA ESPERANÇA


    Todo dia é dia de índio! (Robson Max de Oliveira Souza)

    April 27th, 2010

    Aqui na Vila e no Brasil, mês de Abril é o mês do Índio.

    Em alguns lugares, principalmente no meio acadêmico, são promovidos encontros e seminários com esta temática. Neste mês participamos do encontro de uma semana na PUC Goiás (Pontifícia Universidade Católica de Goiás), academia onde me graduei em Antropologia.

    No terreiro de Umbanda que dirijo com minha irmã, a zeladora (1) do Terreiro, foi mês da Festa de Caboclos, ou Kaá-boco “aquele que vem das matas”.

    Na dimensão cultural, tivemos as rodas de “Porancê Poranga” (2), que são as tardes de vivência cultural indígena. Com cantos, contos, brincadeiras, culinária, pintura corporal, trançados e tecelagem, adornos, instrumentos musicais e outras oficinas em temática indígena.

    Na busca pelo respeito às diferenças, pela quebra de preconceitos e discriminações, construímos e demolimos idéias fechadas e cristalizadas do que é “ser-índio”.

    Quero colocar brevemente aqui dois aspectos deste mutirão de construção identitária e humana, a qual estamos envolvidos e militantes: o cultural e o religioso. Estas duas dimensões são geradas e geradoras, tendo suas fronteiras muito tênues. Mas nos preocupamos aqui na Vila, em procurar e reafirmar estas fronteiras, para que a liberdade religiosa da criança e adolescente seja sempre resguardada. Somos contra o proselitismo religioso e por que não dizer, também contra o proselitismo cultural. Temos vários exemplos no mundo atual e na história, dos danos que esse proselitismo pode causar à humanidade, ou melhor às “humanidades”.

    Como em tudo na Vila, esse olhar entre culturas só pode ser apurado pelos diálogos interculturais. É necessário esforço e disponibilidade interior para que isto aconteça. Mas é inquestionável o valor deste caminho.

    No Brasil, para muitos, índios e quilombolas (comunidades remanescentes de antigos grupos de negros escravizados fugidos) são entrave ao progresso econômico da louca política desenvolvimentista, para outros a presença teimosa e resistente deles é a garantia de saída para os problemas ecológicos e éticos pelos quais passa na modernidade, todo o planeta.

    Apresentar a história das sociedades indígenas, dos seus encontros e desencontros com a sociedade não-índia-ocidental-cristã é mostrar uma história de genocídio, com o massacre sobre os corpos, e de etnocídio, com o massacre das almas. Chamo de “almas” às culturas, feita de subjetividades, visões de mundo e modos de ser e se relacionar com os outros e com a natureza. Essa alma é feita também pela materialidade. É concreta e também tangível. Cultura é gerada no cotidiano, na sobrevivência física e na vida psíquica, afetiva e espiritual.

    Há uma história de séculos de perseguição e maus-tratos, de expulsão e inviabilização das culturas nativas pelo roubo de terras e de sistemas simbólicos. Por outro lado, há uma brava história de resistência, de afirmação de identidade, de permanência e de continuidades, pelos grupos indígenas. Em alguns grupos vê-se até um crescimento demográfico. Há ainda o apoderamento de instrumentos ocidentais como, tecnologias, conhecimentos jurídicos e acadêmicos por parte dos indígenas na defesa de seus direitos.

    As “traduções” culturais inevitáveis, e às vezes necessárias, fazem parte desta história de negociações e estratégias e ao mesmo tempo partem do princípio do dinamismo, intrínseco à cultura. Os Índios não são um “resíduo arqueológico” e nem um estorvo ao desenvolvimento civilizatório – mas fica a pergunta: que civilização?

    É tempo de se firmar um ethos planetário. E os povos originais têm uma enorme contribuição a dar.

    Nossa herança indígena

    “O que devemos aos Índios”

    Entre a distância cultural que separava o colonizador, do habitante nativo do que se chamou Brasil – nascemos nós. Segundo o antropólogo Darci Ribeiro – o povo novo, o povo Brasileiro.

    O fato é que somos frutos desses encontros e desencontros. Mais do que vocábulos assumidos pela língua portuguesa/brasileira, uso e costumes agrícolas, e etc., herdamos a nós mesmos!

    Esse “lastro” aborígene da cultura brasileira, é conservado muito no modo de ser do interiorano, por exemplo. O que nos familiariza, o mais importante hoje, acreditamos para o mundo e suas urgências, é a visão de mundo diferente do mundo ocidental.

    Não queremos romantizar, ou idealizar “o índio”, numa visão moralista dele, mas além de vencer nossa esquizofrenia de base (nosso problema com o espelho), acreditamos ser importante fornecer na educação de nossas crianças essa visão diferenciada de mundo. Num mundo de massificação é importante propor as singularidades e o respeito a elas.

    Objetivos

    O que queremos com o “Porancê Poranga” (projeto da Vila Esperança) (2) é dar estímulos às crianças, para que leiam a história, e através dela, leiam a própria história – como produzidos e produtores da história.

    Tenham pelo lúdico, uma Vivência da cultura outra. E nem tão outra assim, já que são culturas constitutivas da nossa (ou o que chamamos como nossa, hoje). O grande desafio e prazer é exercitar o olhar para o outro, um exercício antropológico de humanidade!

    Aí entram os índios, os negros, os gordos, os homossexuais, os deficientes, os fora-do-padrão.

    No “Terreiro” fizemos a festa de Caboclo.

    Este é o aspecto religioso, do qual falarei um pouco agora.

    Os povos indígenas tem sido objeto de inúmeras representações por parte da sociedade brasileira. Longe de ser um todo uniforme, como quer parecer a idéia de identidade nacional, ou de “democracia racial”.

    O índio povoa o imaginário nacional – há o índio dos romances literários, há o “bom”, e o “mau” selvagem, da elite nacional, há o índio folclorizado do senso comum e das escolas de samba e há também o universo mítico e religioso das religiões afro-brasileiras e de outros cultos como o Toré, a Pajelanca, o Catimbó (3) – é o “índio” que “baixa” nos terreiros, nas festas de Caboclo.

    Nos caboclos dos terreiros de Candomblé Angola e nos rituais de Umbanda, aparecem os nossos ancestrais, os nossos heróis com rosto indígena.

    O caboclo é o índio reinterpretado, é mítico. Ele pertence às tribos espirituais. Na manifestação, ele traz rudimentos de sua língua, seus costumes e gostos, mas ele não é mais o mesmo – ele é habitante de Aruanda, de Ajucá, da Jurema (4), ou de outra tribo-cidade sagrada.

    Apesar de diluída a sua identidade histórica, ele é “vivo”, na afirmação do seu “ser índio”. Sua postura é de luta, de força, de dignidade e comando. É a visão do resistente, daquele que resistiu e pede aos consulentes a mesma resistência diante das dificuldades, dos conflitos, armadilhas e sofrimentos da vida.

    Caboclo é rei, é detentor dos mistérios das matas e de seus reinos, onde sabe caminhar, conhecedor que é dos caminhos, dos perigos e dos encantos. O caboclo, guia espiritual, que enxerga além e sabe ajudar os homens a localizar o mal tem o recurso das matas e ervas como remédios para o corpo e para o espírito. Considero também como remédio a presença dos caboclos nos terreiros como legítimos donos da terra, que ao ganharem vida no terreiro declaram os índios como “vivos” e agentes de vida.

    Aos caboclos, o povo conta seus sofrimentos e desejos, pede conselhos e consolo. Faz isso de maneira direta. Diferente da aproximação aos Orixás africanos, onde é forte o poder de intermediação do Pai ou Mãe-de-Santo.

    A mitificação do “índio” como caboclo nos terreiros passa também pela história do contato entre índios e africanos, por suas alianças e união nos tempos da perseguição e escravidão.

    São os donos da terra, pela qual lutaram e morreram e que estabeleceram alianças com os outros aflitos da história. Os Caboclos nos ensinam o respeito às dimensões solidárias da vida. Respeito ao outro, respeito a si, respeito ao mistério, respeito à natureza. Eles aparecem como guardiões do equilíbrio entre o sagrado e o cotidiano, divindades e humanidades. Aí reside a beleza de sua imagem colocada para o culto nos altares das religiões afro-brasileiras. As aldeias de hoje são montadas e reinventadas no interior, e nas cidades, centros e periferias urbanas e se vestem de matas para a chegada de seus Caboclos.

    Essa imagem é geralmente associada aos “índios-de-pena” como aqueles vindo das florestas, mas há ainda a figura dos Boiadeiros dos campos e sertões, e dos quais gostaria de falar numa próxima oportunidade.

    “Xeto, marromba, xeto!

    Xetuá!” (5)

    (1)  – Zeladora – pessoa responsável que cuida do terreiro e dos filhos

    (2)  – Porancê Poranga – em língua Tupi significa “Dança Bonita”. Assim chamamos as vivências culturais indígenas da Vila Esperança

    (3)  – Toré, Pajelança, Catimbó – religiões brasileiras de cultos de caboclo, de várias regiões do Brasil

    (4) – Aruanda, Ajucá, Jurema – reinos e cidades do plano espiritual

    (5)  – Saudação aos Caboclos Boiadeiros


    CAFÉ FILOSÓFICO no 1º de Maio

    April 27th, 2010

    O Curso de Filosofia da UFG em Goiás e PROEC (Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFG) convida você a participar do:

    CAFÉ FILOSÓFICO

    Sábado,  1º de Maio  às 16:00 horas

    LOCAL: BODEGA FANTÁSTICA

    RUA DOM CÂNDIDO PENSO N. 26

    (ACIMA DA CASA DE CORA)

    CIDADE DE GOIÁS – GO

    TEL. 0xx62-33713294

    Apoio: Espaço Cultural Vila Esperança